Aumento do número de catástrofes naturais exige maior prevenção PDF Imprimir E-mail
Qui, 14 de Janeiro de 2010 09:11

Furacão Katrina começou a se formar em 23 de agosto de 2005Casos de incêndios florestais aumentaram Gastos com medidas para aliviar impacto de catástrofes naturais já passam de 2,7 bilhões de dólares. Para especialistas, adaptação ao clima e prevenção de catástrofes são tão importantes quanto a redução de gases-estufa. Tufões, deslizamento de terra, enchentes e incêndios florestais: assuntos que se tornaram corriqueiros nas manchetes de jornais. Mas teria a incidência com que ocorrem realmente aumentado ou seria apenas uma impressão causada pelo aprimoramento das tecnologias de comunicação? Segundo uma pesquisa feita recentemente na Alemanha, dois terços da população do país temem o aumento do número de catástrofes naturais devido às mudanças climáticas. A cada ano, 250 milhões de pessoas são afetadas por desastres naturais. Desde 1992, a comunidade internacional já gastou mais de 2,7 bilhões de dólares em ações para mitigar os efeitos de  furacões, enchentes e secas.

 


“Quando se observa o número de desastres naturais nos últimos dez anos, não há dúvidas de que os prejuízos aumentaram”, avalia Walter Amma, presidente do Global Risk Forum, de Davos, uma organização que avalia os riscos a que uma sociedade está exposta. “Não se pode nem se deve argumentar que esses eventos são registrados hoje de forma mais precisa e mais rápida do que há 20 anos. A tendência é claramente de aumento.”

 

Para o Comitê Alemão de Prevenção de Catástrofes (DKKV), as mudanças climáticas têm aumentado a frequência e o impacto de catástrofes naturais. “É preciso lidar com as mudanças climáticas no âmbito regional, especialmente em relação aos eventos mais raros e de grande proporção. Pois as alterações provocadas variam de região para região no que diz respeito a fenômenos extremos”, explica Gerd Tetzlaff, meteorologista da Universidade de Leipizig e presidente do conselho científico do DKKV.

 

Em alguns países europeus, por exemplo,o aumento das temperaturas tem provocado ondas de calor e, consequentemente, aumentado o risco de incêndios florestais. A mudança climática não é a única responsável pelos desastres, mas cria as condições necessárias a eles.

 

Em algumas regiões do mundo, os eventos climáticos se tornaram mais extremos do que no passado. “No Caribe, furacões extremos são hoje mais frequentes. Previsões indicam que esse quadro irá persistir, embora ainda seja preciso avaliar a medida exata desse aumento”, pondera Tetzlaff.

 

O furacão Katrina

 

A catástrofe provocada em Nova Orleans pelo furacão Katrina em 2005 é uma prova de que países ricos e industrializados também podem sofrer com os efeitos do clima. Entretanto, eles têm mais condições de se prevenir do que países pobres.

 

“Os impactos das mudanças climáticas serão fortemente sentidos nas regiões ao sul do Saara, na África, também em Bangladesh e em certas ilhas onde as maiores elevações situam-se apenas alguns metros acima do nível do mar”, cita Amman, do Global Risk Forum. 

 

Há algumas semanas, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, alertou que o aumento da seca, das enchentes e de outras catástrofes naturais depende dos resultados que serão alcançados na Conferência Mundial do Clima de Copenhagen, que acontece no final do ano.

 

O principal objetivo da conferência será a diminuição da emissão de gases causadores do efeito estufa, mas, para os especialistas do DKKV e do Global Risk Forum, a adaptação às mudanças climáticas e a prevenção de catástrofes naturais são igualmente importantes. (Autor: Irene Quaile - Revisão: Rodrigo Rimon - Rádio  Deutsche Welle)

 

 

Última atualização em Qua, 20 de Janeiro de 2010 22:20
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  • Agora é oficial: asteroide acabou com dinossauros 8 Mar 2010 | 1:23 am

    dinossaurosLONDRES (Reuters) - A colisão de um asteroide gigante contra a Terra é a única explicação plausível para a extinção dos dinossauros, disse uma equipe de cientistas na quinta-feira, esperando encerrar uma discussão que há décadas divide os especialistas.

    Um grupo de 41 pesquisadores de todo o mundo reviu 20 anos de pesquisas para tentar confirmar a causa da chamada extinção do Cretáceo-Terciário (KT), que criou um "ambiente infernal" há cerca de 65 milhões de anos e extinguiu mais de metade de todas as espécies da época.

    Além do asteroide, outra possibilidade cogitada era a atividade vulcânica na atual Ãndia, onde uma série de supererupções durou 1,5 milhão de anos.

  • Mar invade avenida do Leblon 4 Mar 2010 | 10:52 am

    Foto: Custódio Coimbra / Mar invade Rio

    O mar invadiu o calçadão e a pista da Avenida Delfim Moreira, no Leblon, na tarde desta sexta-feira (26). O mau tempo e a ressaca afastaram os banhistas das praias.

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    terremotoO Havai aguarda a chegada do tsunami provocado pelo sismo de magnitude 8.8 que se registou este sábado ao largo do Chile.

    Apesar do bom tempo e do mar calmo que se observa no território norte-americano situado no meio do oceano Pacífico, as autoridades evacuaram as zonas costeiras, para minimizar a eventual existência de vítimas, caso as ondas destruidoras cheguem.

    Por precaução, a Marinha dos EUA retirou do porto de Pearl Harbour seis navios. O porta-voz desta força disse, citado pela Reuters, que outros barcos também estavam as ser retirados de uma base em San Diego.

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  • CLIMAGATE - a grande fraude científica 22 Feb 2010 | 12:03 am

    http://illuminawea.iespana.es/climagate.jpgO dogma de que o mundo da ciência é impoluto, caiu por terra. O cientista é um homem como qualquer outro. Tem virtudes e defeitos. Têm também ambições, principalmente a de se destacar entre seus pares pelos seus trabalhos acadêmicos. Numa sociedade onde os valores éticos e morais cedem cada vez mais espaço ao comportamento permissivo em nome do vil metal, até mesmo a ciência pode fazer um favor a políticos sem escrúpulos que trabalham para os grandes interesses Internacionais. Pois é e foi o caso.

    http://www.marketoracle.co.uk/images/2009/Nov/featured-1-1.jpgNas vésperas da Reunião de Copenhague, estourou o escândalo daquilo que cientistas honestos já haviam alertado, que os resultados eram manipulados. Alguém do IPCC resolveu adulterar os dados de modo a que a curva do gráfico das temperaturas desde há mil anos registrasse em 2000 uma subida repentina e inusitada de calor a que chamaram de “hockeystick”, devido à forma de um “stick” de hóquei de gelo. Esse alguém, autor da esticada climática, que obviamente não atuou sozinho, foi nada menos, nada mais que o responsável pelo banco de dados, o CRU (Climate Research Unit), Phill Jones, da Universidade de East Anglia e Hadley Centre, do Reino Unido. Tal expediente informático foi até agora o mote para o Marketing do Pânico do pseudo “Aquecimento Global”.

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