| Nossa Terra continua agitada, mas não é o fim do mundo |
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| Seg, 06 de Junho de 2011 12:24 |
Não há dúvida que estão ocorrendo em todo o planeta movimentações diferentes na crosta terrestre, como terremotos, vulcões, tempestades, enchentes, chuvas, furacões, tornados, tudo temperado com constantes explosões solares e tempestades geomagnéticas. Embora o planeta esteja em ebulição, isso é natural e cíclico e não tem nada a ver com o fim do mundo ou o propalado 2012. Estes fenômenos ocorreram e se manifestam em diversos períodos, sendo que em algumas vezes mais intensos, como neste momento.
As placas tectônicas têm de se movimentar e isso não quer dizer que o mundo vai acabar, mas apenas que está ocorrendo uma grande transformação na Terra, nada mais do que isso. Nossos continentes já tiveram uma geografia diferente e, ao que tudo indica, a geografia dos continentes está mudando novamente. Inversão dos Polos As tempestades geomagnéticas, alinhadas com as anotações sismográficas podem desencadear uma inversão da magnetosfera terrestre. Na observação científica, constatou-se que os polos magnéticos estão se movendo cerca de 80 mm por ano a muito tempo.
Conforme comentário no post do Radar Global do site Painel Global (www.painelglobal.com.br), é preciso observar o desenho das placas e seus valores de deslocamento. O valor de convergência da placa sul-americana com a placa Scotia/Sandwich é quase o mesmo que o da placa de Nazca entrando embaixo da placa sul-americana. A fossa das Marianas, o abismo mais profundo dos oceanos ajudou na pesquisa concluindo que, "com a ajuda do fenômeno da reversão dos polos magnéticos", as placas no leito dos oceanos Pacífico e Atlântico estão se afastando cerca de cinco cm por ano. Lembrando que o ponto mais profundo do oceano nessa fossa tem o nome de Challenger, com 11.022 m. Abalos sísmicos Conforme o site português Planeta Saber (http://portugal.planetasaber.com/portugal/HTML_entrades/sismos_archivos/preview15.htm)muitos fenômenos naturais e artificiais podem produzir rápida libertação de energia capaz de desencadear um sismo, mas alguns deles são acontecimentos pouco frequentes: um impacto de meteoro, uma explosão atômica, um grande desprendimento rochoso ou a ação da água ao encher subitamente uma barragem após uma precipitação intensa. Também ocorrem movimentos sísmicos ligados à atividade vulcânica, devido à subida de magmas ou às explosões que têm lugar durante algumas erupções. Porém, a maior parte dos terremotos costuma relacionar-se com a dinâmica das placas tectônicas. Os movimentos aparentemente insignificante das placas produzem uma lenta e progressiva acumulação de energia em determinadas zonas de debilidade da litosfera, cujas zonas de fratura e fricção entre conjuntos rochosos são denominadas falhas. Como se pode observar, diversos fenômenos podem resultar em abalos sísmicos, inclusive a erupção de vulcões ou até artefatos e tecnologia humanas, bastando para isso desencadear um tipo de onda que provoque a liberação de energia elástica causando um movimento sísmico denominado foco ou hipocentro, o qual é transmitido imediatamente aos materiais geológicos que se deslocam pelo interior do planeta até atingir superfície e o resultado a gente já conhece. Vulcões No final de semana de quatro e cinco de junho de 2011, o vulcão Puyehue (Chile), que fica a 100 km de Bariloche (Argentina) entrou em erupção e suas cinzas provocaram transtornos, inclusive com o fechamento do aeroporto local. Acredita-se que as cinzas devam atingir o Rio Grande do Sul. A erupção do vulcão chileno provocou raios vermelhos no céu. No México, o vulcão Popocatépetl nos arredores de Puebla próximo à capital mexicana ficou sob alerta amarelo no decorrer de domingo (05). De acordo com o último relatório divulgado pelo Centro Nacional de Prevenção de Desastres do México, Cenapred, as cinzas chegaram a cerca de 1 km de altura nas últimas 24 horas. Foram cinco emissões de cinzas acompanhadas por vapor d’água. O Popocatépetl é atualmente o vulcão ativo mais alto do hemisfério Norte. O seu cume atinge 5.482 metros de altitude e é também o segundo mais alto do México. Há suspeita de que o vulcão Yellowstone, nos Estados Unidos, também possa entrar em erupção e, se isso ocorrer, poderá desencadear grave desastre. Atividade Solar O Sol também esteve ativo no final de semana de quatro e cinco de junho, registrando explosões que atingiram os índices KP5 e KP6 . A erupção solar, flare ou rajada acontece quando uma gigantesca quantidade de energia armazenada em campos magnéticos, geralmente acima das manchas solares, é liberada. Aliás, o Sol anda bastante movimentado nos últimos meses. As tempestades solares podem ser avaliadas de acordo a atividade do Sol (índice KP, variando de 5 a 9), baseado nos magnetômetros instalados na Canadá e Estados Unidos e conforme o fluxo de Raiox X registrado pelo satélite GOES-14 no comprimento de onda. Assim, temos flares de Classe X que podem provocar blackouts de radiopropagação que podem durar diversas horas ou até mesmo dias; rajadas da Classe M de tamanho médio que também causam blackouts de radiocomunicação que afetam diretamente as regiões polares. E rajadas de Classe C ou inferiores, que são fracas e pouco perceptíveis aqui na Terra. Temperaturas E também não são somente vulcões e terremotos que atingem o planeta. Os Estados Unidos vivem a maior temporada de furacões e enchentes, que se verificam em outras partes do globo também. Aqui no Brasil o grande registro são as quedas de temperaturas nas regiões Sul e Sudeste do País, sendo que Urupema, em Santa Catarina registrou-se –7,9C e em São Joaquim -5,7C. São Paulo não ficou atrás e a capital paulista registrou 9,5C na manhã de segunda-feira (06). O tempo também está estranho na Europa, com chuva em algumas cidades, como Athenas que jamais registrava chuva nesta época do ano e tanta mudança de temperatura em um dia só. Como se pode observar, muitas mudanças estão ocorrendo em nosso planeta. (Fonte: Projeto Portal, G1, IG, BBC, AFP e Painel Global).
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| Última atualização em Seg, 06 de Junho de 2011 13:49 |
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Não há dúvida que estão ocorrendo em todo o planeta movimentações diferentes na crosta terrestre, como terremotos, vulcões, tempestades, enchentes, chuvas, furacões, tornados, tudo temperado com constantes explosões solares e tempestades geomagnéticas. Embora o planeta esteja em ebulição, isso é natural e cíclico e não tem nada a ver com o fim do mundo ou o propalado 2012. Estes fenômenos ocorreram 







