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Maia x Nasa. Afinal, quem estava errado? PDF Imprimir E-mail
Qui, 24 de Junho de 2010 23:37

Tempestade solar pode atingir a Terra em 2013 afirma NASA

fim-do-mundo-2012-20091021102941.jpgHá poucos anos a ciência informava através da mídia que transformações na geografia da Terra ou tempestades e calamidades climáticas somente ocorreriam em um prazo mínimo de 200 anos. Pouco tempo depois, este  prazo reduziu para em torno de 100 anos, mais adiante para 50 e agora os cientistas da Nasa  previram que em 2013 uma possível tempestade solar pode ser devastadora para a Terra, afirmando que o Calendário Maia e suas previsões para um fim de um ciclo em dezembro de 2012 estava errado, em matéria divulgada pelas agências de notícias no dia 21 de junho de 2010.



atrina-thumb.jpgComo assim? Quem é que estava errado mesmo? Se em menos de dez anos a ciência reduziu de 200 para três anos a previsão de uma catástrofe que pode afetar inclusive os sistemas de comunicação como televisão, internet e energia, com efeitos 20 vezes mais intensos do que provocou o furacão Katrina no ano de  2004 em Nova Orleans, no Estado americano de Lousiana, quem é que alterou e reviu seus cálculos? O Calendário Maia ou os cientistas da Nasa?






maias.jpgDesde 1997 que os pesquisadores do Projeto Portal vêm alertando sobre as alterações na Terra e eram considerados por muitos como “sonhadores ou iludidos”. Os estudos elaborados por eles, com orientações de seus parceiros de outros mundos, coincidia com as previsões do Calendário Maia, no sentido de um final de ciclo e início de outro, fato que ocorre a cada 5.125 anos e que agora coincidem com as previsões dos cientistas da Nasa sobre grandes transformações na superfície da Terra, com muitos acidentes devastadores e queda de muitos sistemas, entre eles o de comunicação.

Afinal, quem foi mesmo que reviu suas previsões? Interessante. Conforme os estudos dos cientistas da Nasa, apesar da distância do Sol da Terra, cerca de 150 milhões de quilômetros, eles estão preocupados com essa grande tempestade solar.

shuttle03_nasa.jpg Isso porque, de acordo com estudos, o Sol está cada vez ativo. No futuro, se essa atividade continuar aumentando, as pessoas serão afetadas pelas tempestades solares da mesma maneira que são pelo clima da Terra.


Em 1859, ocorreu uma tempestade geomagnética do tamanho da prevista para 2013. Conhecida como "Evento Carrington", por ser  testemunhada pelo astrônomo Richard Carrington. A tempestade causou incêndios em escritórios de telégrafos, eletrificou cabos de transmissão e produziu auroras boreais intensas.




http://www.guia.heu.nom.br/images/Sol.gifSe o mesmo ocorrer, seriam necessários entre quatro e dez anos para reparar os danos causados pela atividade do Sol. Mas a Nasa acredita que os danos podem ser menores, se os pesquisadores conseguirem prever com maior exatidão ainda a chegada de uma tempestade.


Será mesmo que os instrumentos construídos pela ciência de terceira dimensão da Terra serão capazes de detectar tais fenômenos? E se no meio do caminho um flare solar liquidar com algumas das sondas que enviam dados sobre a atividade solar? Pergunta inquietante, não é mesmo? Mas com certeza haverá quem possa prever com exatidão tais anomalias, principalmente aqueles que contam com parceria de inteligências de outras dimensões.
Última atualização em Qui, 24 de Junho de 2010 23:43
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