| Entendendo a Ressonância de Schumann |
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| Qui, 01 de Outubro de 2009 13:38 |
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Ressonância de Schumann marca o pulsar da Terra O físico alemão W.O. S Esta medida já foi considerada uma constante; comunicações globais militares foram desenvolvidas a partir do valor desta freqüência. Por milhares de anos as batidas do coração da Terra tinham essa freqüência de pulsações e a vida se desenrolava em relativo equilíbrio ecológico. Ocorre que, a partir dos anos 80 e de forma mais acentuada a partir dos anos 90, a freqüência passou de 7,83 para 11 e atualmente está acima de 13 Hz. O coração da Terra disparou. Coincidentemente desequilíbrios ecológicos se fizeram sentir: perturbações climáticas, maior atividade dos vulcões, crescimento de tensões e conflitos no mundo e aumento geral de comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros. Em função disso, os registros geológicos da Terra que indicam inversões magnéticas também assinalam mudanças cíclicas ocorridas anteriormente. E, considerando a enorme escala de tempo representada por todo o processo, devem ter ocorrido muito poucas dessas mudanças ao longo da história do planeta. A Terra se comporta como um enorme circuito elétrico. É verdade que a atmosfera é um condutor bastante fraco e se, não houvessem fontes de carga, toda a carga elétrica terrestre se disseminaria em cerca de 10 minutos. Existe uma "cavidade" definida pela superfície do planeta e o limite interior da ionosfera, ¾ e 55 km acima. Aproximadamente As Ressonâncias de Schumann são ondas eletromagnéticas quase estáticas que existem nesta cavidade. Como ondas de uma mola, elas não estão presentes o tempo inteiro, e sim têm de ser estimuladas para serem observadas. Elas não são causadas por nada que acontece no interior da Terra, sua crosta ou seu núcleo. Parecem estar relacionadas à atividade elétrica na atmosfera, particularmente em períodos de intensa de intensa atividade luminosa. Elas ocorrem em diversas freqüências. |
| Última atualização em Sex, 02 de Outubro de 2009 17:11 |
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Nova tecnologia poderá prever ciclones
Apesar dos avanços da meteorologia, ainda não é tarefa fácil para os cientistas prever onde e quando vão se formar ciclones.
Para nós, isso é realidade apenas para o sul do Brasil, mas todos os anos os americanos padecem durante o verão, tentando minimizar as consequências das tormentas da natureza que se formam no Golfo do México. Essa é a época do ano em que eles mais sofrem com o problema. Mas um supercomputador ainda em desenvolvimento promete dar uma ajuda aos meteorologistas.
E essa nova tecnologia, desenvolvida em parceria com a NASA, funcionou pela primeira vez muito longe dos Estados Unidos. O computador baseou-se em uma tragédia que não foi prevista com antecedência: em 2008, o “Ciclone Nargis” atingiu Mianmar (antiga Birmânia), um paÃs no sudeste asiático. A tormenta chegou à costa do paÃs sem aviso, o que ocasionou a morte de 100.000 pessoas atingidas pelo ciclone. Foi um dos dez furacões mais assassinos da história da humanidade. -
Cinema: Veja o trailer de Thor
Agora você já pode ver o trailer de Thor que saiu na Comic-Con, dar uma olhada na aparência do Loki, do Destroyer entre outros.É um filme de herói que parece ser cheio de vitória, no bom estilo comic. -
Procurando uma rede Wi-fi?
Se você é daqueles que viaja com seu Notebook e esta sempre a procura de uma conexão Wi-fi, agora sua vida está um pouco mais fácil.
Agora chegou o site MAPA Wi-FI, um mapa colaborativo, com registros de pontos de internet sem fio em qualquer parte do Brasil que seja coberta pelo Google Maps. Essa é a ideia do Mapa Wi-Fi (http://www.mapawifi.com.br).
É possÃvel cadastrar no site pontos gratuitos e pagos, que são separados por cidade. A interface é bem limpa, e não é preciso cadastro para contribuir com o serviço.
Usuários são responsáveis por alimentar as informações e por reportar erros – fórmula que o Wikipédia já demonstrou ser viável e bem-sucedida. Experimente e boa sorte! -
Clima matou grandes animais, diz estudo
Um mistério ainda faz os paleontólogos coçarem a cabeça: por que a chamada megafauna, bichos gigantes como o superurso argentino, sumiram no fim da Era do Gelo? Uma análise preliminar põe a culpa no clima.
A equipe de Gisele Winck, da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), não estudou diretamente os carnÃvoros, mas sim os grandes herbÃvoros da época, como mastodontes, preguiças-gigantes e parentes enormes dos atuais tatus, que podiam ter o tamanho de um Fusca.
Eles cruzaram dados sobre a distribuição geográfica das espécies com simulações de computador que ajudam a prever o clima e o tipo de vegetação América do Sul afora durante o auge da Era do Gelo, há uns 15 mil anos. Depois, as mesmas simulações indicaram como ficou a vegetação quando o frio passou.



chumann constatou em 1952 que a Terra é cercada por um campo eletromagnético poderoso que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera que fica cerca de 100 km acima de nós. Esse campo possui uma ressonância (Ressonância Schumann- RS) mais ou menos constante da ordem de 7,83 pulsações por segundo. Funciona como uma espécie de marca-passo (freqüência de base da Terra), responsável pelo equilíbrio da biosfera, condição comum de todas as formas de vida. Verificou-se também que todos os vertebrados e o nosso cérebro são dotados da mesma freqüência de 7,83 hertz (Hz).


1.000 tempestades luminosas acontecem a todo o momento no mundo. Cada uma produz de 0,5 a 1 A (Ampéres), e elas, juntas, contribuem para a medida total do fluxo da corrente na "cavidade eletromagnética" da Terra.
