A temporada de furacões no Oceano Atlântico começou nesta terça-feira (22 de junho de 2010), aumentando a ameaça para o meio ambiente no litoral do Golfo do México, pois o petróleo derramado no oceano pode atingir a crosta terrestre, e poluir restingas e rios.
A Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA, na sigla em inglês) advertiu que esta pode ser uma das temporadas mais ativas na históriaem termos de furacôes.
Segundo o Dr. James P. Wickstrom, os cientistas americanos são proibidos de informar ao público sobre a situação no Golfo. O que você vai conferir aqui, é que os cientistas nos Estados Unidosa não podem falar, com um grande medo da administração Obama.Eles estão sob ameaça de severas punições...
Os cientistas que confirmaram essas descobertas não podem ter seus nomes mencionados. Mas vamos dar um exemplo do que poderá ocorrer. Pegue um mapa dos Estados Unidos, abra e meça um mínimo de 80,5 km a partir da destruição em volta do Golfo do México com o que você vai ler abaixo.
A situação do território americano é tão assombrosa que vai tirar o seu folego. Se os cientistas estiverem certos no que eles estão tentando alertar, toda a Flórida será completamente destruída junto com todos e tudo.
Você decide! Todos tem o direito de ler o que escrevi nesse artigo, assim como ler o que foi escrito abaixo pelos cientistas que a administração de Obama e BP estão tentando calar.
Tempestade solar pode atingir a Terra em 2013 afirma NASA
Há poucos anos a ciência informava através da mídia que transformações na geografia da Terra ou tempestades e calamidades climáticas somente ocorreriam em um prazo mínimo de 200 anos. Pouco tempo depois, este prazo reduziu para em torno de 100 anos, mais adiante para 50 e agora os cientistas da Nasa previram que em 2013 uma possível tempestade solar pode ser devastadora para a Terra, afirmando que o Calendário Maia e suas previsões para um fim de um ciclo em dezembro de 2012 estava errado, em matéria divulgada pelas agências de notícias no dia 21 de junho de 2010.
Como assim? Quem é que estava errado mesmo? Se em menos de dez anos a ciência reduziu de 200 para três anos a previsão de uma catástrofe que pode afetar inclusive os sistemas de comunicação como televisão, internet e energia, com efeitos 20 vezes mais intensos do que provocou o furacão Katrina no ano de 2004 em Nova Orleans, no Estado americano de Lousiana, quem é que alterou e reviu seus cálculos? O Calendário Maia ou os cientistas da Nasa?
Comunidade se uniu ao Projeto Portal e realizou uma festa inesquecÃvel
A comunidade de Minas do Camaquã (RS), subsdistrito de Caçapava do Sul, realizou no sábado (12 de junho), no cine Rodeio, a I Minas Fest, com o apoio da Associação Projeto Portal. Foi uma tarde de alegria, brincadeiras, confraternização e comemoração, que uniu a todos numa bonita festa cheia de atrações, culminando com a queima de fogos de artifÃcio enquanto a fogueira foi acesa ao anoitecer e um baile animadÃssimo, ao som do Grupo Farra, de Alegrete e com show da banda Resta 9, de Porto Alegre, com sorteio de muitos brindes e três aparelhos de DVDs.
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As ferramentas de observação atualmente disponíveis não conseguem explicar aproximadamente metade do calor que se acredita estar se acumulando na Terra nos últimos anos.
Enquanto os instrumentos dos satélites artificiais indicam que os gases de efeito de estufa continuam a aprisionar cada vez mais energia solar, ou calor, desde 2003 os cientistas têm sido incapazes de determinar para onde está indo a maior parte desse calor.
Isso leva a uma de duas possibilidades: ou as observações dos satélites estão erradas ou grandes quantidades de calor estão indo para regiões que ainda não são adequadamente monitoradas e medidas, como as partes mais profundas dos oceanos.
Para agravar o problema, as temperaturas da superfície da Terra apresentaram uma forte estabilização nos últimos anos. Contudo, o derretimento das geleiras e do gelo do Ártico, juntamente com a elevação dos níveis do mar, indicam que o calor continua tendo efeitos profundos no planeta.
Calor perdido
Cientistas do Centro Nacional para Pesquisa Atmosférica (NCAR), nos Estados Unidos, advertem que os sensores de satélites, as boias oceânicas e os outros instrumentos são inadequados para rastrear esse calor "perdido", que pode estar se acumulando nas profundezas dos oceanos ou em qualquer outro lugar do sistema climático.
"O calor vai voltar a nos assombrar mais cedo ou mais tarde", diz Kevin Trenberth, um dos autores do artigo que foi publicado na revista Science.
"O alívio que nós tivemos na elevação das temperaturas nos últimos anos não vai continuar. É fundamental rastrear o acúmulo de energia em nosso sistema climático para que possamos entender o que está acontecendo e prever o clima futuro," afirma ele.